Segunda-feira, Janeiro 11, 2010

Aves

Imagens gentilmente cedidas pelo meu amigo Luiz Assunção.


 
 

Terça-feira, Janeiro 05, 2010

Onde os insetos dormem?

essa é pro meu afilhado, que estava intrigado com o abrigo dos mosquitos....

Todo inseto procura a toca que mais lhe convém

Onde os insetos dormem?

Todo mundo quer uma caminha bem segura. Entre os insetos, todos escolhem um lugar bem escondido. Na verdade, dormir não é nem o melhor termo porque eles repousam meio em vigília, atentos para escapar de uma chinelada ou de um predador. Para isso, procuram se esconder em um lugar difícil de serem surpreendidos, mas de onde seja fácil fugir.

No mato, os melhores esconderijos para um cochilo são os troncos e as folhas caídas no chão. Sob elas, repousam os gafanhotos. Pernilongos também gostam de folhas, inclusive as das plantas da sua casa. As fêmeas só saem de lá para sugar sangue e os machos ficam dormitando ou sugando seiva. A barata prefere os cantinhos das pias e dos armários, onde também se escondem da luz, que odeiam. A pulga adora uma boa cama de gente. O colchão, para ela, é o nirvana. Lá, repousa, se espreguiça e espera a vítima. Que também não dorme se o inseto estiver acordado.

O jardim de casa.....


Visita ao Zôo de Pomerode


Mosquitos...o terror do verão

3 Perguntas para entender os pernilongos

por Texto Rodrigo Cavalcante

Eles atacam mais algumas pessoas do que outras?
Sim, e o motivo seria a diferença de odores que exalamos ao respirar. A hipótese mais provável é que eles são mais atraídos pelo aroma de substâncias presentes no sangue da vítima.

Como funcionam os repelentes?
Os mais comuns têm substâncias químicas que afastam os mosquitos das áreas em que são aplicados. Já os repelentes que emitem sons que, em tese, afastariam os insetos das pessoas, ainda não possuem eficácia comprovada.

Por que eles atacam no calor?
Porque temperaturas entre 26 e 28 oC são ideais para seu organismo. Abaixo dos 18 oC, eles ficam inoperantes, paradões. Acima dos 42 oC, eles morrem. E no calor eles se reproduzem mais rápido. Tempo quente, mais pernilongos.

Para curtir o verão....

Por que sal no gelo esfria a cerveja mais rápido?

por Henrique Hakime
Porque, em contato com a água, o sal tende a se dissolver – mesmo se a água estiver em sua forma sólida. E essa dissolução é um processo endotérmico, ou seja, exige uma quantidade de energia para se concretizar. Em contato direto com o gelo, o sal não tem outra opção: puxa calor das pedras, que ficam ainda mais frias.
A temperatura da mistura pode chegar a -18 0C. E, em 5 minutos, seu isopor será capaz de fazer por sua latinha de cerveja o que o freezer faria em 15 (veja a comparação no gráfico abaixo).

Essa mistura é chamada de frigorífica: quando o resultado final tem uma temperatura menor do que os seus componentes tinham isoladamente. A experiência também funciona com açúcar ou qualquer substância que seja solúvel em água. Se você tem pressa, triture as pedras. “Quanto maior for a superfície de contato do gelo, mais rápido é o resfriamento”, explica Valdir Bindilatti, professor do Instituto de Física da USP.

Segunda-feira, Janeiro 04, 2010

Feliz 2010.....


Quarta-feira, Outubro 21, 2009

Visita ao Zôo de Pomerode


Segunda-feira, Outubro 19, 2009

"Brasil é o maior alvo dos biopiratas"

"Brasil é o maior alvo dos biopiratas", diz coordenador-geral de fiscalização do Ibama

Para o analista ambiental Bruno Barbosa, lentidão para assegurar soberania sobre recursos gera prejuízo para o país

Alexandre Gonçalves escreve para "O Estado de SP":


O Brasil é o país que mais perde com a biopirataria. A avaliação é de Bruno Barbosa, coordenador-geral de fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Até 2006, ele liderou a Divisão de Fiscalização do Acesso ao Patrimônio Genético, subordinada à Coordenadoria-Geral de Fiscalização do órgão.



Em entrevista ao Estado, ele afirma que o país deve assumir uma posição de protagonista no debate mundial para garantir a participação das nações mais pobres nos dividendos econômicos e biológicos da biodiversidade:



- É possível traçar um panorama da biopirataria no país?

Infelizmente, não. Biopirataria não é o mesmo que tráfico de animais. Não é necessário cruzar a fronteira com o bicho inteiro. Pode ser uma gota de sangue ou uma pena. Às vezes, só uma semente ou, até mesmo, um pouco de terra com microrganismos - qualquer ser vivo interessa aos biopiratas. O importante são as informações genéticas. No limite, pode ser só um arquivo de computador que descreve o DNA da espécie "roubada". Como não há uma lei penal específica para a biopirataria, não conseguimos autorização para realizar tarefas de inteligência essenciais para apurar crimes tão complexos. Contamos só com as penas administrativas - normalmente multas - previstas no decreto nº 5.459 de 2005.



- Qual é a utilidade dessas informações genéticas?

Os genes guardam instruções para a produção de diversas substâncias que despertam interesse da indústria farmacêutica e química. Eles podem ser inseridos nas células de outros seres vivos que se tornam pequenas fábricas para a produção da substância cobiçada. Recentemente, inseriram em cabras o gene responsável pela produção das fibras que compõem a teia de uma aranha. O leite das cabras transgênicas foi processado e purificado e produziu uma fibra tão resistente quanto o aço. Cerca de 40% dos remédios usados hoje já são fruto da biotecnologia. Vale lembrar que a indústria farmacêutica movimenta US$ 400 bilhões por ano (cerca de R$ 700 bilhões). Nessa corrida por novos princípios ativos, o Brasil é o maior alvo.

- Por quê?

Por três motivos. Em primeiro lugar, temos um quinto da biodiversidade do mundo. Em segundo, nossas comunidades tradicionais guardam dicas sobre as plantas e animais mais promissores para a descoberta de compostos com interesse econômico. Em terceiro, temos uma comunidade científica bem estruturada e em expansão: resultados de pesquisas também servem como pistas sobre genes interessantes.

- Quais seres vivos são mais procurados?

Em geral, aqueles que possuem toxinas: aranhas, escorpiões, centopeias, cobras, sapos etc. Dizem que todo remédio é veneno dosado. Aqui a máxima se aplica. Seria muito conveniente que o Estado brasileiro realizasse um levantamento das patentes internacionais obtidas com o patrimônio genético nacional, uma tarefa muito trabalhosa, mas relativamente simples. Todas as patentes internacionais descrevem o processo de descoberta da inovação.

- Para que serviria esse levantamento?

Para argumentar no cenário político internacional. Em 1992, a Convenção da Diversidade Biológica (CDB), realizada no Rio durante a Eco-92, propôs um tratado que estabelecia o direito à soberania dos povos sobre os recursos genéticos encontrados no seu território. Com exceção dos Estados Unidos, a maioria dos países assinou a convenção. A CDB garante que o país provedor do recurso genético explorado também participe dos dividendos econômicos e tecnológicos oriundos da pesquisa. Também sublinha a importância de um uso sustentável do patrimônio natural.

- Por que ignoram a convenção?

Porque ela não prevê nenhuma sanção para quem a desrespeita. Na prática, só vigora a lei internacional de patentes, conhecida como Acordo sobre Aspectos de Propriedade Intelectual Relacionados ao Comércio (Trips, na sigla em inglês), aprovado em 1994, no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC). A Trips estabelece três precondições para que uma patente seja aceita: seu objeto deve ser inovador, fruto de uma atividade inventiva e ter aplicação industrial. Ou seja, nem uma palavra sobre respeito à soberania dos povos no acesso a recursos genéticos. Naturalmente, o Trips prevê retaliações para quem desrespeita patente internacional registrada.

- Qual é a solução?

No âmbito internacional, os países com grande biodiversidade - e o Brasil pode desempenhar um importante papel aqui - devem lutar para unir os dois acordos: respeito à propriedade intelectual e respeito ao interesse dos países que cedem sua biodiversidade para o desenvolvimento de produtos. Mas deve haver sentido de urgência. Se esse processo demorar uma ou duas décadas, considerando a velocidade e os investimentos em pesquisas, o prejuízo do Brasil será astronômico.

(O Estado de SP, 18/10)

Sábado, Outubro 17, 2009

Blumenau_enchentes

Apresentação sobre os ciclos de cheias do Rio Itajaí. Imagens reunidas em vários sites, inclusive com arquivos pessoais. Abraços, Ana